terça-feira, 9 de junho de 2009

Filmes

Alguns filmes que tratam sobre este asunto (Distúrbio de Comportamento) e que podem ser assistidos.

No youtube há traillers. Assistam e decidam se vale a pena. Na nossa opinião, vale, e muito!

http://www.youtube.com/watch?v=ORK6TUndEs4 Filme A Voz do Coração.

http://www.youtube.com/watch?v=lplPe4P1NuM O Clube do Imperador.

http://www.youtube.com/watch?v=WQmiYk4hHZU Meu Mestre, Minha Vida.

http://www.youtube.com/watch?v=XUkBlGBNYUU Ao Mestre com carinho.

http://www.youtube.com/watch?v=Fg9dmU4U91E Kids (este filme contém um conteúdo bem forte)

http://www.youtube.com/watch?v=VztT8y9h1Cc Os incompreendidos.

Zero em Comportamento (este nós não achamos link no youtube).

São filmes com uma história que não tem como não ser refletida. Nós aconselhamos a pegarem na locadora e assistir!


Expulsar aluno é desistir de buscar solução

(novaescola@atleitor.com.br)

A expulsão demonstra que a escola desistiu de buscar uma solução para o comportamento inadequado e reincidente do estudante e que prefere delegar o problema para outra instituição. Afi nal de contas, ele terá de procurar outra escola. Se alguém incorre em desvios de conduta com frequência, está claro que precisa de ajuda: expulsar é uma atitude extrema, que só deve ser efetuada depois de esgotadas todas as alternativas. Ou seja, primeiro os educadores devem aplicar medidas que visem educar e corrigir, inclusive com punições, como advertências e afastamento das aulas por um determinado período. Agressões físicas entre alunos, por exemplo, motivam muitas expulsões. Antes de a decisão ser tomada, os envolvidos devem ser chamados para uma conversa com a direção da escola, com a presença dos pais, para que exponham seus pontos de vista, conversem e se desculpem. Se estudarem na mesma turma, um deles poderá ser transferido para outra sala – algo bem menos traumático que a transferência para outra escola – e os professores devem ser instruídos para monitorar o comportamento de ambos com atenção. A expulsão pode ser evitada também com ações preventivas. É na hora do intervalo que as infrações e os desentendimentos ocorrem? Organize jogos esportivos ou outra atividade. Se nada disso der resultado, resta ainda a opção de recorrer ao Conselho Tutelar – que, por sua vez, tem como requisitar a ajuda do serviço social.

Consultoria Luciene Tognetta, educadora e doutora em Psicologia Escolar, e Rosangela Aparecida Gonçalves, diretora da EE Romeu de Moraes, em São Paulo, SP.

Não somos médicos para darmos diagnóstico

DISTÚRBIO DE COMPORTAMENTO...

Que coisa... Tudo vai depender de nós, futuros e futuras educadoras em conseguir fazer com que nossas crianças e jovens sigam por um caminho reto, longe das coisas que por um motivo ou outro prejudicarão a si mesmos ou a outros, para poderem conviver em um mundo harmônico...

Devemos ter um olhar mais do que sensível para podermos identificar estes nossos alunos com este problema, que conforme tudo o que pesquisamos sobre o assunto, inicia lá na família...

Há muitas coisas que podemos fazer, mas sempre lembrando, NÃO SOMOS MÉDICOS para darmos o diagnóstico, somos apenas educadores, e através disso devemos buscar ajuda para então lidar com essa dificuldade de aprendizagem.